CASA DO MONTE
Rio de janeiro · 2015 · [ÁREA] 300 m²
O projeto da 'Casa do Monte' reflete um dos temas essenciais da arquitetura: a relação entre a obra e a paisagem. Situada no alto de uma montanha, a casa explora os limites entre a horizontalidade do terreno e a presença da construção.
A organização espacial parte de cinco planos paralelos, que definem tanto a estrutura quanto o funcionamento da casa. Esses planos criam dois eixos principais: o longitudinal, que conecta a casa à paisagem ampla, e o transversal, que articula os diferentes espaços e atravessamentos.
Optou-se por uma construção em um único nível, reforçando a continuidade entre os ambientes internos e externos. Essa solução amplia as possibilidades de vivência do terreno, integrando o interior à paisagem. Apenas na área da piscina há uma mudança de nível, conectada à laje que cobre os dormitórios. A cobertura gramada dessas áreas funciona também como mirante, abrindo vistas para a paisagem ao redor e o céu.
A relação com o exterior é marcante em todos os ambientes, acentuada pela continuidade das paredes, marquises de concreto e pisos terrosos, que dialogam com o solo da região. Essa integração dissolve os limites entre interior e exterior, criando espaços de transição e abrigo.
No centro da casa, a cobertura elevada destaca esse espaço como um ponto de encontro entre luz, ar e paisagem. Detalhes como a fixação da madeira nas paredes remetem ao processo construtivo e permitem a entrada de luz natural, enriquecendo a experiência espacial.
Entre o mais interior e o mais exterior, surge um espaço de convivência que lembra uma praça: aberta, ventilada e conectada à paisagem. É um lugar onde pessoas, natureza e arquitetura se encontram em equilíbrio.
Optou-se por uma construção em um único nível, reforçando a continuidade entre os ambientes internos e externos. Essa solução amplia as possibilidades de vivência do terreno, integrando o interior à paisagem. Apenas na área da piscina há uma mudança de nível, conectada à laje que cobre os dormitórios. A cobertura gramada dessas áreas funciona também como mirante, abrindo vistas para a paisagem ao redor e o céu.
A relação com o exterior é marcante em todos os ambientes, acentuada pela continuidade das paredes, marquises de concreto e pisos terrosos, que dialogam com o solo da região. Essa integração dissolve os limites entre interior e exterior, criando espaços de transição e abrigo.
No centro da casa, a cobertura elevada destaca esse espaço como um ponto de encontro entre luz, ar e paisagem. Detalhes como a fixação da madeira nas paredes remetem ao processo construtivo e permitem a entrada de luz natural, enriquecendo a experiência espacial.
Entre o mais interior e o mais exterior, surge um espaço de convivência que lembra uma praça: aberta, ventilada e conectada à paisagem. É um lugar onde pessoas, natureza e arquitetura se encontram em equilíbrio.
Detalhes de ligação da estrutura de madeira.
Axonométrica da estrutura e dos cinco planos paralelos.
[EQUIPE] Alziro Carvalho Neto, Felipe Rio Branco, Mateus Leoni, Caroline Lacerda, Raphael Carneiro, Lucas Coelho Netto, Anna Gerk
[ESTRUTURAS DE CONCRETO] Ricardo Barelli
[ESTRUTURAS DE MADEIRA] ITA Engenharia
[PAISAGISMO] Embyá Paisagens e Ecossistemas
[ESQUADRIAS DE MADEIRA] Carpintaria Santa Luzia
[OBRA] Gregório Rosenbusch (Venta Arquitetos)
[MAQUETE] Antonio Machado
[FOTOS] Federico Cairoli